Washington, O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, instruiu o Joint Special Operations Command (JSOC) – o Comando Conjunto de Operações Especiais – a elaborar um plano detalhado de contingência para uma possível invasão militar da Groenlândia, território autônomo da Dinamarca. A informação foi revelada pelo jornal britânico The Mail on Sunday, citando fontes próximas à administração e diplomatas europeus.
Contexto da decisão
- A ordem presidencial teria sido impulsionada por assessores linha-dura, liderados pelo conselheiro político Stephen Miller.
- O grupo se sentiu encorajado pelo sucesso da recente operação especial que resultou na captura do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro em 3 de janeiro.
- Os “falcões” da política externa veem na Groenlândia uma oportunidade estratégica: anexar a ilha antes que Rússia ou China expandam sua influência no Ártico.
Declarações de Trump
- Trump já havia afirmado que os EUA “vão fazer algo” na Groenlândia “quer eles gostem ou não”.
- Defendeu a aquisição “da forma fácil” (compra), mas alertou para a possibilidade do “caminho difícil” caso necessário.
Resistência interna
- Chefes do Estado-Maior Conjunto consideram a operação “louca e ilegal”.
- Alegam falta de respaldo congressional e violação do direito internacional.
- Generais estariam tentando “desviar” Trump com alternativas menos controversas, como interceptar navios russos ou lançar ataques contra o Irã.
Reações internacionais
- Diplomatas europeus simulam cenários que vão desde coerção política até rompimento da OTAN.
- A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, classificou as ameaças como “sérias” e reforçou a soberania da Groenlândia.
- Líderes locais afirmaram: “Não queremos ser americanos, nem dinamarqueses – queremos ser groenlandeses.”
Importância estratégica da Groenlândia
- A ilha já abriga a base americana Pituffik (antiga Thule).
- É considerada vital para a defesa da América do Norte.
- Possui reservas estratégicas de minerais essenciais para tecnologias avançadas.
Situação em desenvolvimento
A Casa Branca e o Pentágono não confirmaram oficialmente a existência do plano. Reuniões entre autoridades americanas e dinamarquesas podem ocorrer nos próximos dias, em meio a tensões crescentes na OTAN e à disputa geopolítica pelo Ártico.
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