Enquanto o mundo assiste a uma escalada de ações unilaterais, Donald Trump e Vladimir Putin continuam a dominar a geopolítica — agora com paralelos ainda mais evidentes em 2026. Líderes que priorizam força, interesses nacionais e desprezo por normas multilaterais, mas com resultados que expõem contradições e riscos crescentes.Autoridade ou Autoritarismo? A Escalada Continua
- Trump ordenou intervenção militar na Venezuela (captura de Nicolás Maduro em 3/1), ameaçou anexar a Groenlândia e anunciou tarifas de 10% (subindo para 25% em junho) contra 8 aliados da OTAN (Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Reino Unido, Países Baixos e Finlândia) que resistem à ideia.
- Putin alterou a Constituição para ficar no poder até 2036, intensificou ataques na Ucrânia (incluindo míssil balístico Oreshnik em Lviv em 14/1) e mantém exigências territoriais rígidas.
- Ambos atacam instituições: Trump ignora críticas internacionais e ameaça aliados; Putin deslegitima a OTAN e usa força para impor narrativas.
- Trump pressiona por acordo rápido na Ucrânia, culpa Zelensky como "obstáculo principal" e diz que Putin "quer paz" (entrevista Reuters, 14/1).
- Kremlin endossa a narrativa contra Zelensky, mas responde com ataques intensos e mantém demandas intransigentes (territórios, desmilitarização parcial).
- Ações de Trump na Venezuela (captura de Maduro + pressão na "frota sombra" russa de petroleiros) preocupam Moscou economicamente, mas Putin reage com silêncio estratégico — evitando confronto direto para não prejudicar chances de deal favorável na Ucrânia.
- Analistas notam: Trump é "amigável, mas não útil" a Putin; Moscou entrou 2026 com mais sanções e economia pior, enquanto vê Trump enfraquecer OTAN e unidade transatlântica involuntariamente (ou não).
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