O enigma de Caldas Novas: corretora desaparece sem deixar rastros

TimeCras
Roberto Farias
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Caldas Novas (GO) — O desaparecimento de Daiane Alves Sousa, 43 anos, continua a intrigar autoridades e familiares. A corretora de imóveis foi vista pela última vez em 17 de dezembro de 2025, quando desceu ao subsolo do prédio onde morava para verificar uma queda de energia. Desde então, sua ausência se transformou em um mistério que parece desafiar a lógica.

O último registro

  • Câmeras de segurança mostram Daiane entrando no elevador em direção ao subsolo.
  • Nenhuma imagem registra sua saída.
  • Moradores afirmam que “ninguém viu ela saindo”.

É como se tivesse desaparecido dentro do próprio edifício, sem deixar vestígios.

Mistérios que cercam o caso

  • O silêncio das câmeras: O circuito interno não mostra Daiane voltando, nem passando por áreas comuns.
  • O subsolo enigmático: O local onde ela deveria religar o padrão de energia não revela sinais de movimentação.
  • O tempo suspenso: Mais de um mês depois, não há pistas concretas sobre o que aconteceu naquela noite.

A angústia da família

A mãe, Nilse Alves Pontes, de 68 anos, repete com apreensão: “Ninguém viu ela saindo”.
Amigos e parentes espalharam cartazes pela cidade e intensificaram campanhas nas redes sociais, mas o silêncio continua.

Impacto e especulações

  • O caso abalou a rotina de Caldas Novas, cidade turística conhecida por suas águas termais.
  • Moradores comentam sobre o “mistério do prédio”, levantando hipóteses que vão de crime planejado a desaparecimento inexplicável.
  • A Polícia Civil mantém linhas de investigação abertas, mas evita divulgar detalhes para não comprometer o trabalho.

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