Mais uma vitória na ofensiva contra a "Frota Fantasma" Venezuelana
Em uma operação militar realizada na madrugada de 15 de janeiro de 2026, forças dos Estados Unidos capturaram o petroleiro Veronica (IMO 9256860), rebatizado como Galileo, no sul do Mar do Caribe, próximo às águas venezuelanas.
A ação foi conduzida por marines e marinheiros da Força-Tarefa Conjunta Southern Spear, com apoio do Departamento de Segurança Interna, partindo do porta-aviões USS Gerald R. Ford. O navio estava vazio de carga e a abordagem ocorreu sem resistência.
A "Frota Fantasma" e a Tentativa de Evasão
O Veronica integra a chamada shadow fleet — embarcações que operam de forma opaca para burlar sanções internacionais e transportar petróleo venezuelano.
Duas semanas antes da captura, o navio tentou escapar das sanções ao:
- Mudar de nome para Galileo
- Re-registrar sob bandeira russa, com porto de registro em Taganrog (Mar de Azov)
Essa tática já havia sido usada por outros petroleiros como Marinera (ex-Bella 1), Malak (agora Sintez) e Dianchi (agora Expander).
Operação Southern Spear
Apesar da mudança de bandeira, os EUA ignoraram a nova nacionalidade e prosseguiram com a interceptação, alegando violação da “quarentena” imposta pelo governo Trump.
O Comando Sul (USSOUTHCOM) divulgou vídeos da operação mostrando helicópteros se aproximando e tropas descendo por corda em uma abordagem coordenada.
Reações Internacionais
- Washington: afirma que não há refúgio seguro para criminosos no hemisfério ocidental.
- Moscou e aliados venezuelanos: classificam as apreensões como “pirataria” e violação do direito marítimo internacional.
Os EUA sustentam que se trata de enforcement legítimo de sanções e que pretendem coordenar e vender o petróleo apreendido de forma “legal”, gerando bilhões em recursos.
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