O presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou nesta terça-feira (13) o advogado-geral da Petrobras, Wellington César Lima e Silva, para uma reunião no Palácio do Planalto. A expectativa é que o jurista seja anunciado ainda hoje como o novo ministro da Justiça e Segurança Pública, em substituição a Ricardo Lewandowski, que deixou o cargo na última semana.
A escolha de Lula
A decisão de Lula encerra dias de especulações sobre quem assumiria a pasta. Fontes próximas ao governo confirmam que Wellington César é o nome preferido do presidente e do ministro da Casa Civil, Rui Costa, reforçando a influência do grupo baiano dentro do governo federal.
Com a escolha, Lula também sinaliza que não pretende dividir o ministério em duas pastas distintas (Justiça e Segurança Pública), como chegou a ser cogitado. A estrutura atual será mantida.
Perfil do novo ministro
- Idade: 53 anos
- Formação: Jurista com carreira consolidada no Ministério Público da Bahia
- Experiência: Já atuou como secretário de Assuntos Jurídicos da Casa Civil e atualmente ocupa o cargo de advogado-geral da Petrobras
- Apoio político: Próximo ao núcleo baiano do governo, especialmente a Rui Costa
Desafios imediatos
Ao assumir o ministério, Wellington César terá de enfrentar:
- Combate ao crime organizado e às facções que atuam em território nacional
- Coordenação com estados para reforçar políticas de segurança pública
- Gestão de crises ligadas à violência urbana e ao sistema penitenciário
- Articulação política para aprovar projetos de lei ligados à segurança e justiça
Impacto político
A nomeação fortalece a presença de aliados baianos no governo e indica que Lula busca estabilidade na condução da Justiça. A escolha de um nome técnico, com experiência jurídica e administrativa, pode trazer maior previsibilidade às ações da pasta em um momento de forte pressão por resultados na segurança pública.
Conclusão
A convocação de Wellington César Lima e Silva marca uma nova fase para o Ministério da Justiça e Segurança Pública. O anúncio oficial deve ocorrer ainda hoje, consolidando a transição após a saída de Ricardo Lewandowski e definindo os rumos da política de segurança e justiça no país.
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