São Paulo (SP) — A explosão que abalou o bairro do Tatuapé na noite de quinta-feira (13) continua repercutindo pela gravidade dos danos e pela suspeita de que o morador da casa onde tudo começou seja a vítima fatal. A Polícia Civil investiga se Adir de Oliveira Mariano, de 46 anos, é o homem encontrado morto sob os escombros do imóvel que armazenava ilegalmente fogos de artifício.
O local, situado na zona leste da capital paulista, foi completamente destruído, e o impacto atingiu dezenas de residências vizinhas. Ao todo, 23 imóveis foram interditados, dez pessoas ficaram feridas e uma morte foi confirmada, embora o corpo ainda aguarde identificação oficial.
🚨 Histórico e suspeitas
Adir Mariano tem passagens pela polícia por envolvimento com balões — uma prática ilegal e perigosa. Os registros datam de 2011 e 2012, sendo que em um dos casos ele foi absolvido. A casa onde ocorreu a explosão havia sido alugada por um familiar dele cerca de 40 dias antes do acidente.
A polícia trabalha com a hipótese de que os fogos armazenados no imóvel seriam usados para fins ilícitos, como a soltura de balões ou comercialização clandestina. O delegado responsável pelo caso, Felipe Soares, confirmou que Adir respondia judicialmente por infrações anteriores, mas não havia mandado de prisão vigente.
🏚️ Impacto na comunidade
Moradores relataram momentos de terror com o estrondo, que destruiu janelas, comprometeu estruturas e espalhou destroços pelas ruas. Equipes do Corpo de Bombeiros, Defesa Civil e Polícia Militar atuaram durante toda a madrugada para conter o incêndio, resgatar vítimas e avaliar os riscos nas construções afetadas.
A perícia segue em andamento para determinar as causas exatas da explosão e confirmar oficialmente a identidade da vítima. Enquanto isso, famílias desalojadas aguardam respostas e apoio para reconstruir suas vidas.
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