Cliente insatisfeita com corte de cabelo esfaqueia cabeleireiro em São Paulo

TimeCras
Roberto Farias
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Uma mulher de 27 anos, Laís Gabriela Barbosa da Cunha, foi presa em flagrante após esfaquear o cabeleireiro Eduardo Ferrari dentro de um salão de beleza na zona oeste de São Paulo, na terça-feira (5). O caso, inicialmente registrado como lesão corporal e ameaça, pode ser reclassificado como tentativa de homicídio.

O episódio viralizou nas redes sociais após Laís afirmar que sua franja havia ficado semelhante à do personagem Cebolinha, da Turma da Mônica. Apesar da repercussão com tom de humor, autoridades reforçam que se trata de um crime grave.



Dinâmica da ocorrência

  • Laís retornou ao salão dias após o atendimento para reclamar do resultado, alegando ter sofrido um “corte químico” e exigindo reembolso.
  • Testemunhas relataram que a discussão se intensificou e, em meio ao conflito, a cliente sacou uma faca de cozinha e atingiu Eduardo Ferrari pelas costas.
  • Funcionários e seguranças conseguiram contê-la até a chegada da Polícia Militar.

Atendimento e prisão

  • A PM encontrou Laís no local e a prendeu em flagrante.
  • Eduardo Ferrari recebeu atendimento médico e permanece em observação, mas não corre risco de morte.

Enquadramento legal

  • O caso foi registrado como lesão corporal e ameaça.
  • A Polícia Civil avalia se as circunstâncias configuram tentativa de homicídio, considerando o uso de arma branca e a gravidade da agressão.
  • Laís passará por audiência de custódia para definir se responderá em liberdade ou permanecerá detida.

Atualizações: 17:26

  • Laís confessou a agressão, alegando insatisfação com o corte.
  • Imagens de câmeras de segurança serão analisadas.
  • O estado de saúde de Eduardo Ferrari segue estável.
  • O caso continua sob investigação da Polícia Civil.

Decisão judicial

  • O caso foi registrado como lesão corporal leve e ameaça.
  • A Polícia Civil chegou a avaliar a possibilidade de enquadrar como tentativa de homicídio, mas a Justiça entendeu que não havia elementos suficientes.
  • Laís foi liberada após audiência de custódia e responderá ao processo em liberdade.
  • A defesa da vítima insiste que houve intenção de matar e pressiona pela reclassificação do crime.

Apesar da viralização nas redes sociais, especialistas destacam que o episódio reflete a banalização da violência em conflitos cotidianos, inclusive em relações de consumo, que deveriam ser resolvidas por meios legais.


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