Nesta segunda-feira (23), Trump publicou no Truth Social que ordenou ao Departamento de Defesa dos EUA adiar por cinco dias qualquer ataque contra usinas de energia e infraestrutura energética do Irã.
A justificativa oficial? “Conversas muito boas e produtivas” que os EUA tiveram com representantes iranianos no fim de semana. Trump disse que as discussões continuam essa semana e que a pausa só vale “sujeito ao sucesso” delas. Ele chegou a falar em “pontos importantes de acordo” e que, se tudo der certo, pode acabar com as hostilidades de vez.
Irã rebate na hora: “Trump está blefando e recuou”
Israel não para
Enquanto isso, Israel não deu pausa nenhuma. Fontes israelenses confirmam que os bombardeios contra Teerã e outros alvos iranianos continuaram nesta segunda, sem interrupção. Tel Aviv segue pressionando por ação mais dura e depende do apoio logístico americano.
Petróleo despenca, bolsas sobem
O impacto foi imediato nos mercados:
- O Brent caiu mais de 11%, chegando perto de US$ 96 o barril.
- Bolsas globais reagiram para cima, com Wall Street abrindo em alta.
Diplomacia ou cálculo militar?
Analistas militares apontam que sustentar esse ritmo sem pausa fica cada vez mais difícil – e Trump sabe disso.
O que esperar nos próximos dias
- Se as “conversas produtivas” forem reais (via intermediários como Omã ou Catar), pode rolar uma desescalada temporária e reabertura parcial do Ormuz.
- Se o Irã mantiver a linha dura e negar tudo, Trump já sinalizou que não vai hesitar em retomar os ataques.
- O mercado de energia continua nervoso: qualquer tweet de Trump ou declaração de Teerã pode fazer o petróleo oscilar 5-10% em minutos.
Conclusão
A situação segue extremamente volátil. Trump transformou um ultimato em janela de diálogo, mas Israel não parou e o Irã promete responder à altura se houver retomada.
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