Cernay-la-Ville (França), 27 de março de 2026 – Os ministros das Relações Exteriores do G7 decidiram preparar uma operação internacional para garantir a segurança da navegação no Estreito de Ormuz. A missão, no entanto, só será implementada após o cessar-fogo no Oriente Médio.
Reunidos na histórica Abbaye des Vaux-de-Cernay, os chefes da diplomacia de Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos, junto com a União Europeia, reafirmaram a “necessidade absoluta” de restaurar a liberdade de navegação segura e sem cobrança de pedágios no estreito.
Importância estratégica
- O Estreito de Ormuz é vital para o comércio global: cerca de 20% do petróleo mundial passa por ali.
- Desde o início do conflito, o Irã mantém bloqueios seletivos, elevando os preços da energia e afetando cadeias de suprimentos.
Comunicado conjunto
- Condenação aos ataques iranianos contra civis e infraestruturas energéticas em países do Golfo.
- Exigência de fim “imediato e incondicional” das ações.
- Defesa da proteção das rotas marítimas conforme a Convenção da ONU sobre o Direito do Mar e a Resolução 2817 do Conselho de Segurança.
Missão naval pós-conflito
- 🇫🇷 Jean-Noël Barrot (França): contatos com 35 países para estruturar futura operação de escolta.
- 🇺🇸 Marco Rubio (EUA): expectativa de que o conflito termine em “semanas, e não meses”.
- ⏳ Donald Trump fixou prazo até 6 de abril para reabertura plena do estreito.
Impactos econômicos
- Disrupções no comércio de energia, fertilizantes e bens comerciais.
- Japão, Coreia do Sul e países europeus são os mais afetados.
- G7 discute medidas para mitigar choques e coordenar ajuda humanitária.
Próximos passos
- Preparativos para missão naval defensiva.
- Contatos diplomáticos em Nova York para apoio da ONU.
- Coordenação com países do Golfo para estabilizar o mercado de energia.
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