Curvelo, MG – O Caso aconteceu na noite de terça-feira (17 de fevereiro de 2026), uma ação rápida da Polícia Militar do 42º Batalhão impediu que uma mulher trans de 34 anos fosse assassinada em via pública, no bairro Esperança (Boa Esperança), região central de Minas Gerais.
O agressor, Rivaldavel Souza de Almeida, de 68 anos, foi baleado durante o confronto com os policiais e não resistiu aos ferimentos.
⚠️ Aviso de Conteúdo Sensível
As imagens a seguir podem conter cenas de violência e podem ser perturbadoras para algumas pessoas. Recomendamos cautela na visualização.
Como aconteceu
- Câmeras de segurança registraram o suspeito perseguindo a vítima pela Rua São Miguel, armado com uma faca.
- Ele conseguiu derrubá-la no chão, causando ferimento na mão direita da mulher ao tentar se defender.
- Uma viatura da PM passava pelo local no momento da agressão. Os militares ordenaram que o homem largasse a arma e tentaram contê-lo com uma pistola de impulsos elétricos.
- O suspeito ignorou as ordens e avançou contra a guarnição ainda com a faca em mãos.
- Diante da ameaça iminente, um dos policiais disparou contra a perna direita do agressor, atingindo a artéria femoral. Rivaldavel foi socorrido, mas morreu no hospital devido à hemorragia.
Ocorrência
- O caso foi registrado como tentativa de feminicídio.
- A vítima recebeu atendimento médico e já recebeu alta hospitalar.
- Rivaldavel tinha extensa ficha criminal, com ao menos nove passagens por crimes como tentativa de homicídio, lesão corporal, ameaça, tráfico de drogas, furto e receptação.
- Em dezembro de 2025, ele havia sido preso por esfaquear uma amiga da vítima atual, evidenciando um padrão de violência recorrente.
Investigação e repercussão
- A Polícia Civil assumiu a investigação para apurar todos os detalhes da perseguição e da intervenção policial.
- O caso reacende debates sobre reincidência criminal, eficácia do sistema prisional e o papel da PM em situações de risco iminente.
- Nas redes sociais, internautas elogiaram a agilidade dos policiais em salvar a vítima, mas também questionaram como um criminoso com histórico tão grave estava em liberdade.
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