Brasília, 9 de janeiro de 2026 – O Irã viveu nesta noite um dos episódios mais sangrentos desde o início da onda de manifestações contra o regime. De acordo com organizações de direitos humanos, entre 34 e 45 pessoas foram mortas em confrontos com forças de segurança em diversas cidades, incluindo Teerã, Mashhad e Shiraz.
🔥 O estopim da crise
Os protestos começaram há duas semanas, após a nova desvalorização do rial, que agravou a já delicada situação econômica. O aumento dos preços básicos e a falta de perspectivas para a população transformaram a insatisfação em mobilização nacional.
🚨 Repressão e apagão digital
- Forças de segurança usaram armas de fogo contra manifestantes.
- Milhares de pessoas foram presas em diferentes províncias.
- O governo impôs um apagão quase total da internet e telefonia, dificultando a comunicação e a divulgação de informações.
📊 Comparativo histórico
| Ano | Motivo | Mortes | Característica |
|---|---|---|---|
| 2019 | Aumento da gasolina | ~300 | Protestos urbanos |
| 2022 | Caso Mahsa Amini | ~500 | Movimento feminista e jovem |
| 2026 | Crise econômica | 34–45 (até agora) | Todas as províncias, apagão digital |
🌐 Repercussão internacional
Analistas já chamam o momento de “muro de Berlim iraniano”, pela abrangência dos protestos em todas as 31 províncias. Governos ocidentais acompanham com preocupação, enquanto países vizinhos temem instabilidade regional.
✍️ Conclusão
A repressão desta noite reforça a fragilidade do regime diante de uma população cada vez mais insatisfeita. O apagão digital mostra a tentativa de controlar a narrativa, mas a mobilização popular indica que o Irã pode estar diante de uma transformação histórica.
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