🌍 Protestos no Irã: Noite marcada por dezenas de mortos e apagão digital

TimeCras
Roberto Farias
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Brasília, 9 de janeiro de 2026 – O Irã viveu nesta noite um dos episódios mais sangrentos desde o início da onda de manifestações contra o regime. De acordo com organizações de direitos humanos, entre 34 e 45 pessoas foram mortas em confrontos com forças de segurança em diversas cidades, incluindo Teerã, Mashhad e Shiraz.

🔥 O estopim da crise

Os protestos começaram há duas semanas, após a nova desvalorização do rial, que agravou a já delicada situação econômica. O aumento dos preços básicos e a falta de perspectivas para a população transformaram a insatisfação em mobilização nacional.

🚨 Repressão e apagão digital

  • Forças de segurança usaram armas de fogo contra manifestantes.
  • Milhares de pessoas foram presas em diferentes províncias.
  • O governo impôs um apagão quase total da internet e telefonia, dificultando a comunicação e a divulgação de informações.

📊 Comparativo histórico

Ano Motivo Mortes Característica
2019 Aumento da gasolina ~300 Protestos urbanos
2022 Caso Mahsa Amini ~500 Movimento feminista e jovem
2026 Crise econômica 34–45 (até agora) Todas as províncias, apagão digital

🌐 Repercussão internacional

Analistas já chamam o momento de “muro de Berlim iraniano”, pela abrangência dos protestos em todas as 31 províncias. Governos ocidentais acompanham com preocupação, enquanto países vizinhos temem instabilidade regional.

✍️ Conclusão

A repressão desta noite reforça a fragilidade do regime diante de uma população cada vez mais insatisfeita. O apagão digital mostra a tentativa de controlar a narrativa, mas a mobilização popular indica que o Irã pode estar diante de uma transformação histórica.


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