Ladrões se disfarçam de soldados do IDF e roubam joalheria em cidade palestina

TimeCras
Roberto Farias
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O incidente

Um caso ousado e incomum chamou atenção das autoridades israelenses e palestinas: criminosos se passaram por soldados das Forças de Defesa de Israel (IDF) para realizar um assalto armado a uma joalheria em Ad-Dhahiriya, cidade palestina ao sul de Hebron.
O ataque ocorreu na manhã desta terça-feira (13), em plena luz do dia.

Os suspeitos

  • Identificados como beduínos israelenses da tribo Abu al-Qi’an, do sul de Israel.
  • Possível envolvimento de um palestino como cúmplice.
  • Chegaram em um veículo modificado para parecer oficial de segurança, com luzes de emergência piscando.
  • Vestiam uniformes completos do IDF, coletes táticos e capacetes.
  • Estavam armados com rifles M16 e uma pistola.

O roubo

  • A loja, de propriedade palestina, foi invadida e funcionários rendidos sob ameaça.
  • Foram levados joias, ouro e outros itens avaliados em dezenas de milhares de shekels.
  • Estimativas iniciais apontam para valores que podem chegar a centenas de milhares de dólares.

A resposta das autoridades

  • O Exército israelense emitiu comunicado imediato: “Esses indivíduos NÃO são soldados do IDF”.
  • Uma operação conjunta foi iniciada com a Polícia da Judeia e Samaria.
  • Três suspeitos foram presos logo após a fuga, perto da vila de Samu.
  • Foram apreendidos três rifles M16 e uma pistola.
  • A Autoridade Palestina (AP) deteve outro suspeito, apontado como possível mandante, e recuperou parte do material roubado.

Imagens e repercussão

  • Câmeras de segurança e vídeos divulgados nas redes mostram os criminosos disfarçados circulando armados.
  • Eliram Azoulay, chefe do Conselho Regional do Monte Hebron, classificou o episódio como “uma escalada grave”.
  • O movimento Regavim alertou para as “implicações assustadoras” do uso de disfarces militares em crimes, que podem confundir população e forças de segurança.

Investigações em andamento

  • O IDF continua a busca por possíveis envolvidos adicionais.
  • As investigações prosseguem para determinar a extensão da quadrilha e suas motivações.
  • O caso destaca os riscos do uso indevido de uniformes militares em crimes comuns, em meio ao contexto de segurança delicado na Cisjordânia.

Conclusão

As autoridades enfatizam que ações coordenadas entre forças israelenses e palestinas permitiram a rápida resolução do caso.
O episódio reforça a necessidade de vigilância contra crimes transfronteiriço na região.


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