Prefeito Klitschko alerta para risco de doenças e colapso total nos serviços básicos
A capital ucraniana enfrenta um dos momentos mais críticos desde o início da guerra. De acordo com declarações do prefeito Vitaly Klitschko, cerca de 600.000 pessoas abandonaram Kiev apenas em janeiro de 2026, em meio ao agravamento da crise humanitária.
O inverno rigoroso e os ataques constantes à infraestrutura essencial transformaram a cidade em um ambiente hostil para seus habitantes. Em alguns edifícios, a água congelou dentro dos encanamentos, impossibilitando até o uso dos banheiros. A falta de saneamento básico e abastecimento de água aumenta o risco de propagação de doenças em larga escala.
Klitschko alertou que, se os sistemas de esgoto e fornecimento de água não forem rapidamente restaurados, Kiev poderá enfrentar um colapso total. Segundo ele, os ataques russos têm como objetivo forçar os civis a “congelarem no inverno”, criando uma situação insustentável para milhões de moradores.
Analistas internacionais destacam que a capital ucraniana está à beira de uma catástrofe humanitária, com impacto direto na saúde pública e na sobrevivência da população. A saída em massa de residentes evidencia o desespero diante da falta de condições mínimas de vida.
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