O mundo foi surpreendido por uma operação militar de grande escala conduzida pelos Estados Unidos em Caracas, que culminou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. O anúncio foi feito pelo presidente Donald Trump, que confirmou que o casal seria levado aos EUA para enfrentar acusações de narcoterrorismo e tráfico de drogas.
⚔️ Detalhes da operação
- Alvos estratégicos: Instalações militares como Fuerte Tiuna e o aeródromo de La Carlota foram atacados, com explosões registradas por moradores e jornalistas.
- Forças envolvidas: Unidades de elite, incluindo a Delta Force, executaram a captura em uma ação comparada por analistas à invasão do Panamá em 1989.
- Histórico judicial: Maduro já era indiciado desde 2020 por conspirar para inundar os EUA com cocaína, em parceria com grupos rebeldes colombianos.
Reação interna na Venezuela
- A vice-presidente Delcy Rodríguez declarou não saber o paradeiro de Maduro e exigiu provas de vida.
- O governo classificou a intervenção como uma agressão ilegal à soberania nacional.
- Houve manifestações pró-Maduro em Caracas, mas em escala limitada.
🌐 Repercussão internacional
- Rússia: Condenou veementemente a ação, chamando-a de “ato de agressão armada” e solicitou reunião emergencial no Conselho de Segurança da ONU.
- Irã e Cuba: Também repudiaram a operação.
- França e outros países europeus: Criticaram a violação do direito internacional.
- Líderes regionais opositores: Saudaram a medida como um passo rumo à restauração da democracia na Venezuela.
🔎 Impactos geopolíticos
- A captura de Maduro representa um revés para a influência russa na América Latina, ampliando tensões já existentes entre Washington e Moscou.
- Especialistas alertam que o episódio pode abrir um novo fronte nas relações EUA-Rússia, com possíveis retaliações indiretas, como maior apoio russo a aliados antiamericanos.
- O futuro da Venezuela dependerá de como o vazio de poder em Caracas será preenchido e das respostas diplomáticas nos próximos dias.
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