O embate diplomático
Durante a cúpula do Mercosul, realizada em Foz do Iguaçu, o presidente argentino Javier Milei adotou uma postura de confronto direto contra o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva.
Milei defendeu a política de pressão dos Estados Unidos sobre a Venezuela e fez elogios ao presidente norte-americano Donald Trump, classificando o regime de Nicolás Maduro como uma “ditadura atroz” e “narcoterrorista”.
A posição de Lula
Em resposta, Lula criticou duramente a possibilidade de intervenção militar externa na América do Sul. Para o presidente brasileiro, qualquer ação armada contra Caracas representaria uma “catástrofe humanitária”, além de abrir um precedente perigoso para a soberania dos países da região.
O impacto no Mercosul
- O episódio expôs um racha político dentro do bloco, com visões opostas sobre como lidar com a crise venezuelana.
- Milei reforça alinhamento com Washington e defende sanções mais duras.
- Lula insiste na via diplomática e no respeito à soberania regional.
Repercussão internacional
A divergência entre os dois líderes amplia a tensão diplomática na América do Sul e coloca em evidência a dificuldade do Mercosul em manter unidade diante de crises políticas.
Analistas apontam que o embate pode fragilizar a coesão do bloco e influenciar diretamente nas negociações comerciais e diplomáticas futuras.
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