O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou forte descontentamento com a forma como a Polícia Federal (PF) conduziu a investigação que envolveu o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli, no âmbito do chamado caso Master. Segundo Lula, a PF não deveria ter investigado diretamente um magistrado da Suprema Corte sem autorização prévia do próprio STF.
O que aconteceu
- Origem da investigação: A apuração começou a partir de mensagens encontradas no celular de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que citavam suposta proximidade com Toffoli.
- Crítica de Lula: O presidente considerou o método da PF “inadequado” e defendeu que qualquer investigação envolvendo ministros do STF deveria ser encaminhada via Ministério da Justiça ou diretamente ao Supremo, evitando atritos institucionais.
- Impacto político: Lula avalia que a permanência de Toffoli como relator do processo pode prejudicar a imagem da Corte, classificando a situação como “insustentável” diante das revelações.
- Repercussão: O episódio expõe uma tensão delicada entre Executivo, Judiciário e Polícia Federal, envolvendo tanto a autonomia das investigações quanto a preservação da credibilidade das instituições.
Contexto
O caso Master ganhou destaque por envolver suspeitas de favorecimento e influência política em decisões judiciais. A reação de Lula amplia o debate sobre os limites da atuação da PF e o papel do STF na condução de investigações que envolvem seus ministros.
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