Khorramshahr de 2 toneladas entram em ação na Guerra no Oriente Médio
Em meio à escalada do conflito iniciado em fevereiro de 2026 entre Irã, Estados Unidos e Israel, Teerã executou hoje (12 de março) novas ondas de lançamentos balísticos, marcando uma mudança clara na doutrina de retaliação da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC).
Fontes iranianas, incluindo a agência Sepah News e relatos da IRGC, confirmam o emprego de mísseis Khorramshahr equipados com ogivas de até 2 toneladas (aprox. 2.000 kg de explosivo), parte da estratégia anunciada dias atrás de priorizar cargas pesadas para maximizar o impacto destrutivo.
O comandante da Força Aeroespacial da IRGC, Brigadeiro-General Majid Mousavi, declarou:
"Nenhum míssil com ogiva inferior a uma tonelada será mais disparado."
Principais Alvos e Impactos Reportados Hoje
- Israel: Sirenes em Tel Aviv, Jerusalém e Haifa. Sistemas de defesa (Arrow, David's Sling e Patriot) interceptaram a maioria, mas fragmentos causaram feridos e danos localizados. A IRGC alega acertos em bases aéreas como Palmachim e Ovda, além da sede da Shin Bet.
- Bases americanas no Golfo: Ataques coordenados com mísseis Emad, Kheibar Shekan (1 tonelada) e Khorramshahr (2 toneladas) contra Qatar, Emirados Árabes e Arábia Saudita. Relatos de danos em radares THAAD e áreas próximas a campos petrolíferos.
- Outros: Hezbollah integrou lançamentos contra o norte de Israel.
Contexto da Escalada
- Desde 28 de fevereiro, o Irã já realizou mais de 40 ondas de ataques em resposta à operação EUA-Israel que destruiu instalações nucleares e de mísseis.
- Estoques iranianos ainda estimados em 1.500–2.000 mísseis e produção contínua de drones.
- O novo líder supremo, Mojtaba Khamenei, reafirmou o fechamento do Estreito de Ormuz como ferramenta de pressão, elevando preços do petróleo e risco de crise energética global.
Situação Atual
Defesas aéreas aliadas (Patriot e THAAD) seguem eficazes, mas o uso de ogivas pesadas aumenta o risco de saturação e danos colaterais.
O conflito entra na terceira semana sem sinais de desescalada, com intensa propaganda de ambos os lados e preocupação internacional sobre expansão regional e crise energética.
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