Em meio ao 12º dia de uma guerra que já altera drasticamente o equilíbrio global de energia e segurança, o Irã intensificou suas operações assimétricas nesta quarta-feira, 11 de março de 2026, com relatos de múltiplos ataques a navios comerciais no Estreito de Ormuz e uma explosão massiva na cidade sagrada de Qom. Esses incidentes, confirmados por fontes independentes como a Organização de Operações Marítimas do Reino Unido (UKMTO) e relatórios de mídia internacional, destacam a escalada de uma campanha que visa pressionar aliados dos EUA e Israel, enquanto bombardeios aéreos ocidentais continuam a degradar a infraestrutura iraniana.
Ataques no Estreito de Ormuz
A manhã começou com alertas urgentes da UKMTO sobre três incidentes separados no Estreito de Ormuz, uma rota vital por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial consumido diariamente.
- O cargueiro tailandês Mayruree Naree foi atingido por um projétil desconhecido, resultando em incêndio e evacuação de 20 tripulantes.
- O porta-contêineres japonês ONE Majesty sofreu um furo de 10 cm, mas conseguiu prosseguir sem vítimas.
- Um terceiro graneleiro não identificado também foi alvejado.
A Guarda Revolucionária Iraniana (IRGC) afirmou que o Estreito permanece “fechado” para navios de nações hostis.
Drones atingem Dubai
Em Dubai, dois drones iranianos atingiram áreas próximas ao Aeroporto Internacional, ferindo quatro pessoas e causando interrupções parciais nos voos. O Irã ampliou ameaças para bancos e instituições financeiras, aumentando riscos para economias do Golfo.
Explosão em Qom
Qom, centro religioso xiita e lar de instalações nucleares, foi palco de uma das maiores explosões da guerra. Vídeos mostram uma coluna colossal de fumaça e fogo em uma zona industrial. Fontes de oposição atribuem o ataque a Israel. Autoridades iranianas ainda não comentaram oficialmente.
Reações dos EUA e Israel
O presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu “consequências devastadoras”.
- Os EUA anunciaram a destruição de 16 navios lança-minas iranianos.
- Israel prosseguiu com bombardeios em Teerã, atingindo refinarias e causando nuvens tóxicas.
Impacto Econômico
- O barril de Brent disparou acima de US$ 100.
- Maersk e MSC suspenderam operações na região.
- Japão e Alemanha liberaram reservas estratégicas.
Especialistas alertam para inflação global persistente caso o conflito se prolongue.
Consequências Humanitárias
Mais de 200 mortes já foram confirmadas. O tráfego de petroleiros caiu 90%, deixando mais de 150 navios ancorados. Negociações indiretas via Omã continuam, mas sem sinais de trégua iminente.
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