O caso que chocou Brasília ganhou novos contornos após a divulgação do depoimento do soldado Kelvin Barros da Silva, de 21 anos, que confessou ter assassinado a cabo Maria de Lourdes Freire Matos, 25 anos, dentro do 1º Regimento de Cavalaria de Guardas (1º RCG). Durante o interrogatório, o militar narrou com frieza a dinâmica do crime, afirmando: “Peguei a faca na baía e acertei ela”.
🔪 Como o crime aconteceu
Segundo a Polícia Civil, o ataque ocorreu após uma discussão entre os dois militares. Kelvin relatou que a vítima teria sacado a arma, momento em que ele reagiu com um golpe de punhal no pescoço da cabo, deixando a faca cravada.
Após o assassinato, o soldado tentou encobrir o crime provocando um incêndio na área da fanfarra do quartel, usando álcool e um isqueiro, numa tentativa de simular um acidente ou confusão generalizada.
🔥 Corpo encontrado após incêndio
O Corpo de Bombeiros foi acionado para controlar o fogo e encontrou o corpo da militar carbonizado dentro das instalações do regimento. A investigação confirmou que o incêndio foi criminoso e fazia parte da tentativa de ocultação do crime.
🚨 Prisão e investigação
Kelvin Barros foi preso e teve a detenção convertida em prisão preventiva. Ele responderá por feminicídio, incêndio criminoso, fraude processual e furto de arma de fogo, segundo a Polícia Civil e o Exército Brasileiro.
A investigação também apura se havia algum tipo de relação entre os dois militares. Familiares da vítima negam qualquer envolvimento afetivo, contrariando uma das versões apresentadas pelo soldado.
✅ Situação atual
O caso segue sob responsabilidade da 2ª Delegacia de Polícia da Asa Norte, que considera o crime como um dos episódios mais graves ocorridos dentro de instalações militares no Distrito Federal nos últimos anos.
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