Em uma reunião histórica realizada em Washington, líderes globais se reuniram para discutir os rumos da guerra na Ucrânia e possíveis caminhos para a paz. O encontro, liderado por Donald Trump, contou com a presença de Volodymyr Zelensky, representantes da União Europeia e da Otan, e gerou tanto esperança quanto tensão nos bastidores diplomáticos.
🔍 O que foi discutido?
- Ligação direta entre Trump e PutinAntes da reunião, Donald Trump fez uma ligação pessoal a Vladimir Putin, buscando abrir caminho para negociações mais diretas. Segundo fontes próximas ao ex-presidente, o telefonema teve como foco a possibilidade de um cessar-fogo e garantias de segurança para a Ucrânia. A conversa teria sido “produtiva”, com Putin demonstrando disposição para dialogar — embora sem abrir mão das regiões ocupadas.
- Negociações de paz com mediação americanaTrump propôs uma reunião trilateral entre ele, Zelensky e Putin, com o objetivo de formalizar um acordo de paz. A proposta foi recebida com cautela, especialmente por líderes europeus preocupados com possíveis concessões territoriais.
- Soberania ucraniana em jogoZelensky deixou claro que não aceitará acordos que envolvam a perda de território. A pressão por uma solução rápida, vinda principalmente dos EUA, gerou desconforto entre os diplomatas europeus, que defendem uma paz justa e duradoura.
- Europa como mediadoraEmmanuel Macron sugeriu uma cúpula quadrilateral (EUA, Rússia, Ucrânia e UE) para garantir que os interesses europeus sejam considerados. Ursula von der Leyen reforçou o compromisso da União Europeia com a reconstrução e segurança da Ucrânia.
- O papel da OtanMark Rutte, representando a Otan, destacou que qualquer acordo precisa incluir garantias militares reais para evitar novos conflitos. A organização se mostrou aberta a reforçar sua presença no leste europeu, caso a paz seja alcançada.
🌐 Reações e próximos passos
A reunião foi marcada por divergências estratégicas, mas também por um raro alinhamento em torno da urgência de encerrar o conflito. Zelensky agradeceu os esforços diplomáticos, mas reforçou que a integridade territorial da Ucrânia não está em negociação. Trump, por sua vez, afirmou que há uma “chance razoável” de alcançar um acordo, desde que todas as partes estejam dispostas a ceder.
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