Teerã, 1º de março de 2026 – Em meio ao caos que se instalou no Oriente Médio após a confirmação da morte do Líder Supremo Ayatollah Ali Khamenei, o presidente do Parlamento iraniano (Majlis), Mohammad Bagher Ghalibaf, surgiu em pronunciamento televisionado pela emissora estatal para lançar uma das declarações mais duras do regime desde o início da ofensiva conjunta americana-israelense.
Escalada Imediata
- O discurso veio horas após a confirmação oficial da morte de Khamenei durante ataques que atingiram seu complexo residencial em Teerã.
- Fontes israelenses e americanas descreveram a operação como um golpe cirúrgico contra a cúpula do regime, incluindo instalações nucleares e comandos militares.
- Trump celebrou o ataque em postagens na Truth Social, chamando Khamenei de "uma das figuras mais malignas da história" e conclamando o povo iraniano a assumir o controle de seu destino.
Em resposta, o Irã lançou uma barragem de mísseis e drones contra alvos em Israel e bases americanas no Golfo Pérsico. Relatos iniciais mencionam 27 instalações atingidas, com sirenes ecoando em Tel Aviv e Jerusalém. Explosões também foram registradas em Teerã e províncias estratégicas, deixando mais de 200 mortos e cerca de 750 feridos.Vácuo de Poder e Risco Interno
- Ghalibaf enfatizou que o Irã está "preparado para todos os cenários", incluindo a sucessão após a perda do Líder Supremo.
- Analistas apontam que este é o maior risco de instabilidade interna desde a Revolução Islâmica de 1979.
- Figuras como Ali Larijani e membros da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) reforçaram a unidade do regime, prometendo "queimar os corações" dos agressores.
Reações Internacionais
- Trump advertiu que qualquer nova escalada iraniana seria enfrentada com "uma força nunca antes vista".
- Netanyahu afirmou que há sinais de enfraquecimento do eixo iraniano, mas alertou para possíveis operações adicionais.
- Rússia e China condenaram os ataques como "agressão não provocada".
- Líderes europeus pedem contenção para evitar uma conflagração regional.
Conclusão
Com mísseis ainda cruzando o céu e retaliações prometidas de ambos os lados, o Oriente Médio entra em uma fase de imprevisibilidade extrema, onde cada hora pode redefinir o equilíbrio de poder.
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