Manama/Bahrein – 28 de fevereiro de 2026 – Em um episódio que eleva dramaticamente as tensões no Oriente Médio, forças iranianas lançaram mísseis balísticos contra instalações militares americanas no Bahrein, atingindo diretamente um centro de serviços ligado à sede da Quinta Frota da Marinha dos Estados Unidos.
O ataque ocorre poucas horas após uma operação aérea coordenada entre Estados Unidos e Israel contra alvos no território iraniano, marcando uma resposta imediata de Teerã.
Detalhes do ataque
- De acordo com a agência oficial de notícias do Bahrein (BNA) e o Ministério do Interior local, um “centro de serviços” da Quinta Frota, localizado na área de Juffair (Naval Support Activity Bahrain), foi alvo de impacto de mísseis.
- Sirenes de alerta aéreo ecoaram pela capital Manama durante a manhã, orientando a população a buscar abrigo.
- Testemunhas relataram múltiplas explosões intensas, seguidas de colunas densas de fumaça cinza subindo da zona costeira próxima à base naval.
Retaliação iraniana
- A Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) reivindicou a ação como parte de uma “primeira onda” de retaliação.
- Foram empregados mísseis balísticos e drones contra várias bases americanas na região.
- Além do Bahrein, alvos incluíram:
- Base aérea de Al Udeid (Catar)
- Base Al Salem (Kuwait)
- Base Al Dhafra (Emirados Árabes Unidos)
Um oficial americano confirmou que a situação na base do Bahrein permanece “ativa e em alerta máximo”, com sistemas de defesa antiaérea acionados.
Imagens e repercussão
- Vídeos geolocalizados mostram o momento exato dos impactos, com fumaça visível a quilômetros de distância.
- Fontes indicam que parte dos navios e pessoal da Quinta Frota havia sido previamente dispersada, reduzindo o risco de vítimas em grande escala.
- Até o momento, não há confirmação oficial de baixas ou da extensão precisa dos danos materiais.
Contexto da escalada
- O ataque iraniano surge após a “Operação Fúria Épica”, ofensiva conjunta EUA-Israel contra instalações estratégicas no Irã.
- O presidente Donald Trump descreveu a operação como necessária para “eliminar ameaças iminentes do regime iraniano”.
- Autoridades israelenses destacaram meses de coordenação para neutralizar capacidades nucleares e balísticas.
Países do Golfo, como Bahrein, Catar e Emirados, expressaram preocupação com o risco de um conflito regional mais amplo, que poderia afetar rotas de petróleo e a estabilidade global.
Situação atual
- O Pentágono e o governo do Bahrein prometeram atualizações em breve.
- O Irã sinaliza que novas ações podem ocorrer.
- O Oriente Médio vive horas de máxima tensão, com alertas em vigor em múltiplos países e populações em estado de alerta.
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