Donald Trump invoca Ato de Insurreição e ordena Guarda Nacional em Minneapolis

TimeCras
Roberto Farias
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Minneapolis (EUA) – 24 de janeiro de 2026
Por redação Timecras

A crise política e social em Minneapolis atingiu um novo patamar neste sábado (24), quando o presidente Donald Trump anunciou a invocação do Ato de Insurreição, medida rara e controversa na história dos Estados Unidos. A decisão ocorre em meio a confrontos cada vez mais violentos entre agentes federais de imigração e manifestantes, após a morte de Alex Pretti, enfermeiro de 37 anos, baleado por agentes do ICE.

O anúncio presidencial

  • Trump acusou o governador de Minnesota, Tim Walz, e o prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, de “incitar distúrbios” e “falhar em manter a ordem pública”.
  • Determinou a implantação imediata da Guarda Nacional em Minneapolis, sob comando federal.
  • Em discurso transmitido pela Casa Branca, afirmou que “a anarquia não será tolerada” e que “a segurança dos cidadãos prevalecerá sobre agendas políticas locais”.

Reações locais

  • O governador Walz classificou a medida como “autoritarismo” e prometeu recorrer judicialmente contra a intervenção.
  • O prefeito Frey disse que a decisão “criminaliza o direito de protesto” e agrava a tensão já existente.
  • Parlamentares democratas denunciaram a ação como “abuso de poder”, enquanto apoiadores de Trump celebraram a medida como necessária para restaurar a ordem.

Contexto dos confrontos

  • Desde a morte de Alex Pretti, vídeos mostrando agentes federais atirando contra o enfermeiro sem aparente ameaça imediata provocaram indignação nacional.
  • Protestos se espalharam por Minneapolis, com relatos de barricadas, incêndios e choques diretos entre manifestantes e forças federais.
  • Organizações de direitos humanos afirmam que o uso da força tem sido “desproporcional e sistemático”.

Implicações políticas

A invocação do Ato de Insurreição coloca Minneapolis sob controle direto do governo federal, reduzindo a autonomia estadual e municipal em questões de segurança. Analistas apontam que a medida pode abrir precedente para outras cidades em conflito com políticas federais de imigração e segurança.


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