Um episódio envolvendo a diretora de Inteligência Nacional dos Estados Unidos, Tulsi Gabbard, provocou forte repercussão em Washington e entre aliados internacionais. Segundo o Wall Street Journal, Gabbard divulgou inadvertidamente o nome de um agente da CIA que atuou por mais de duas décadas em operações de inteligência, incluindo missões sensíveis na Rússia e na Eurásia.
A revelação ocorreu por meio da publicação de uma lista com 37 funcionários que perderam acesso a informações confidenciais por ordem do presidente Donald Trump. Entre os nomes estava o de um agente que operava sob cobertura diplomática e era considerado peça-chave no monitoramento de programas militares russos.
Fontes próximas à CIA afirmam que Gabbard não foi informada da condição secreta do agente e não consultou a agência antes de tornar os dados públicos. Ex-oficiais de inteligência alertam que o incidente pode comprometer o sistema de proteção de agentes em campo, além de prejudicar relações com parceiros estratégicos e expor redes de coleta de dados construídas ao longo de anos.
A Casa Branca ainda não se pronunciou oficialmente, mas membros do Congresso já discutem possíveis consequências legais. O episódio reacende o debate sobre os limites da desclassificação de documentos e o papel da liderança política na proteção da segurança nacional.
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