Washington/Teerã, 1º de março de 2026 – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste domingo que forças americanas destruíram e afundaram nove navios da Marinha iraniana, além de terem “destruído em grande parte” o quartel-general naval do país, durante a Operação Epic Fury, campanha militar conjunta EUA-Israel iniciada em 28 de fevereiro contra alvos no Irã.
O anúncio ocorre em meio à escalada do conflito, que já resultou na morte do líder supremo iraniano, Aiatolá Ali Khamenei, em bombardeios iniciais, e nas primeiras baixas americanas confirmadas: três militares mortos e cinco gravemente feridos em retaliações iranianas em terra (principalmente no Kuwait).
Não há confirmação independente sobre os outros oito navios mencionados por Trump. Fontes de defesa citadas por agências internacionais indicam que operações navais prosseguem no Golfo Pérsico e Estreito de Ormuz, mas sem corroboração para o total de nove afundamentos.
Imagens de satélite e relatos em redes sociais mostram danos significativos na base naval de Konarak, próxima a Chabahar, incluindo navios destruídos e instalações atingidas por aviões de combate americanos.
O Irã não confirmou oficialmente perdas navais em massa, mas a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) alega contra-ataques bem-sucedidos, incluindo supostos danos a navios americanos – desmentidos pelo CENTCOM, que afirmou que o porta-aviões USS Abraham Lincoln não foi atingido.
A superioridade naval americana no Golfo permanece clara, com o grupo de batalha do USS Abraham Lincoln lançando aeronaves em apoio contínuo às operações. Trump classificou o progresso da campanha como “à frente do cronograma”, apesar das baixas e da retaliação iraniana com mísseis e drones contra posições regionais.
A comunidade internacional monitora o risco de uma guerra naval mais ampla no Estreito de Ormuz, rota vital para o petróleo global. O conflito entra em seu terceiro dia com operações em andamento.
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